Exercícios físicos contribuem para o alívio da TPM

Com o exercício, o tratamento para a tensão tende a melhorar, pois o metabolismo é acelerado, fazendo a circulação sanguínea progredir. Segundo o instrutor da Bodytech Ribeirão Preto, Alexandre Oliveira, o alívio nos sintomas ocorre devido ao aumento da taxa metabólica, favorecendo a circulação sanguínea e melhorando a funções vitais do organismo como a oxigenação. Além de melhorar o desconforto abdominal, a atividade física eleva a autoestima, pois com a prática do esporte, há a liberação de endorfina, que está ligada diretamente à sensação de prazer. Como qualquer mulher, os desconfortos na TPM são desagradáveis para elas. Para a estudante de jornalismo, Marilia Dovigues, 23 anos, as mudanças de humor, mal estar e cefaleia são características dos momentos que vive quando está no período de tensão. A estudante comenta que a prática de exercícios ajuda de uma forma geral a melhorar os sintomas, pois, se exercitando regularmente, o corpo fica mais disposto. “As cólicas, o inchaço e o mal estar vão embora”, afirma. Marilia conta que na TPM a atividade física auxilia na regulação do humor, liberando serotonina. E a corrida também a ajuda a melhorar os sintomas de desconforto causados pela tensão. “O inchaço também melhora. E que mulher não quer isso?” brinca. O instrutor explica que exercitar a região pélvica com movimentos que fortaleçam o abdômen, como alongamentos e exercícios localizados são os melhores aliados para a mulher nessa fase. “Se o desconforto for grande, opte por atividades de curta duração, em média, 30 minutos, que aumentam a circulação e ajudam a eliminar o excesso de líquidos, promovendo uma sensação de bem-estar”, diz. Ele ainda frisa que é importante priorizar os treinos com menor intensidade durante este período para não levar os músculos à fadiga. “Este não é um momento para aumentar a carga dos treinos, é indicado se exercitar mais como uma forma de manutenção do que ganho de massa ou perda de peso”, ressalta. Alexandre comenta ainda que as mudanças são gradativas e os sintomas irão diminuir a cada ciclo, de acordo com o organismo de cada mulher. “Basta praticar as atividades conforme a capacidade física, respeitando sempre os próprios limites. Sendo assim, os sintomas irão desaparecendo gradativamente”, conclui.

Fonte: Portal da Educação Física

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Sobre Profª. Paula

Prof.ª Paula Cristina da Silva Sganzerla - Profª. Paula CREF: 133620-G/SP Profissional registrada no Conselho Federal de Educação Física (CONFEF) e no Conselho Regional de Educação Física (CREF). Graduada em Bacharelado em Educação Física pela Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE, Presidente Prudente - SP. Graduada em Pedagogia pela Universidade Estadual Paulista - UNESP, Presidente Prudente - SP. Pós-graduada em Psicomotricidade, Educação e Aprendizagem pela Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE, Presidente Prudente - SP. Trabalhando em Presidente Prudente como Personal Trainer e Pedagoga, atua em academias, condomínios e parques atendendo adultos e crianças, com enfase em clientes que requerem cuidados específicos, como cardiopatas, obesos, diabéticos e pessoas com problemas articulares.
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