Exercícios físicos ajudam no combate ao cigarro

O coração de um fumante bate num ritmo mais acelerado e sua frequência respiratória é maior que de uma pessoa não fumante. Algumas substâncias presentes no cigarro, como a nicotina, são responsáveis por essas alterações.

Parar de fumar é uma luta. O cérebro de um fumante “acalma-se” ou tem a sensação de prazer após algumas tragadas. A nicotina exerce alterações no funcionamento cerebral e por isso vicia. Mas o que poucas pessoas sabem é que a prática de exercícios físicos pode ajudar na luta contra esse vício.

Durante as atividades físicas, o organismo produz substâncias como a endorfina, capaz de trazer sensações de bem-estar e superar o prazer proporcionado pela nicotina. O exercício funciona como um substituto do cigarro e é uma das intervenções mais eficazes contra o vicio: diminui a ansiedade, melhora a autoestima, o metabolismo, a circulação do corpo, ajuda na digestão, na perda de peso e com a produção de endorfinas, ainda dá prazer à pessoa.

Como a capacidade cardiorrespiratória do fumante é menor, ele se cansará mais depressa e é normal que seu fôlego seja mais intolerante. Porém, com a prática regular de exercícios, um ex-fumante pode ter a mesma capacidade física de uma pessoa que não fuma. Os exercícios mais indicados são os aeróbicos, como caminhadas, ciclismo, natação e atividades como pilates e yoga, que focam a atenção nos movimentos respiratórios.

São inúmeros os danos à saúde causados pelo cigarro. As toxinas presentes no tabaco podem interferir na absorção de nutrientes como a vitamina C e há o risco de enrijecimento das artérias e do tecido pulmonar, com consequente diminuição do aporte de oxigênio para todo organismo, incluindo órgãos importantes como coração e cérebro.
O tratamento contra o tabagismo deve ser acompanhado por um médico pneumologista, cardiologista, psicólogo, ou outros profissionais da saúde.

Fonte: Desejo Saúde

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Sobre Prof. Guto

Graduado em Bacharel em Educação Física pela Universidade do Oeste Paulista – UNOESTE. Participou durante 2 anos do Grupo de Estudo e Pesquisa em Programa de Exercícios Físicos no Envelhecimento (GEPPEFE).
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